quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

CADELA TEVE 17 FILHOTES SEM PRECISAR DE CESARIANA

Uma cadela na Alemanha teve 17 filhotes sem precisar de cesareana.
Etana, uma cadela da raça Rhodesian Ridgeback, teve nove filhotes machos e oito fêmeas. Todos sobreviveram ao parto e estão saudáveis.


A cadela tem quatro anos de idade e mora na cidade de Ebereschenhof, ao norte de Berlim. Ela já tem histórico de grandes ninhadas. Anteriormente, já tinha dado à luz a oito filhotes.
A dona de Etana e dos 17 filhotes é Ramona Wegeman, que precisou parar de trabalhar para cuidar dos filhotes nas primeiras semanas.
A psiquiatra de animais de 32 anos conta que tinha que alimentar os filhotes cinco vezes por dia nas primeiras quatro semanas, pois a cadela não tinha leite suficiente para todos.
Nestas semanas, Ramona não conseguiu dormir mais do que 15 ou 20 minutos sem ser interrompida, quando acabava de alimentar o último, o primeiro já estava com fome de novo.
A dona de Etana conta que é raro que todos os filhotes sobrevivam em ninhadas tão grandes como esta.
Os 17 cachorrinhos receberam nomes africanos, para combinar com a raça deles. A raça Rhodesian Ridgeback, também conhecida como caçadora de leões, se originou no Zimbábue e foi desenvolvida na África do Sul, no século 19.

Assista ao vídeo:

 

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

GALERIA DE FOTOS


Andy - Nova Iguaçu- RJ

Foguinho- Nova Iguaçu- RJ


Lion- Nova Iguaçu- RJ


Susy- Rio de Janeiro- RJ


Penélope e Madonna- Santa Cruz- RJ


Fred- Foz do Iguaçu- PR

Envie a foto e o nome do seu pet para kali_nuernberg@hotmail.com e tenha seu melhor amigo incluido na nossa galeria.

CÃES AJUDAM NO APRENDIZADO ESCOLAR

Num trabalho realizado por uma investigadora da Universidade de Alberta, Canadá, ficou demonstrado que um grupo de crianças, que estudou na companhia de cães durante doze semanas, atingiu melhores resultados no capítulo da leitura do que os restantes alunos, que não tiveram a companhia dos cães.

Este estudo, levado a cabo por Lori Friesen, decorreu na escola de ensino básico de Sherwood Park e foi realizado por uma turma onde as crianças tinham entre os 6 e os 7 anos. Em dias específicos, uma vez por semana, em que era ministrada uma aula de escrita e leitura, a investigadora levava os seus cães Tango e Sparky, e as crianças da turma atingiam melhores resultados que aqueles que não tinham a companhia dos cães.

Nesta amostra ficou demonstrado que, na companhia dos cães, as crianças se sentiam mais à vontade e se libertavam mais facilmente, lendo com muito maior fluidez e facilidade de compreensão e que também a escrita se tornou mais criativa e sem erros.

Já existem alguns países com experiências de permanência de cães em salas de aula, na Austrália, China e Estados Unidos.

CÃES MAIORES SÃO MAIS INTELIGENTES

Cachorros maiores possuem mais inteligência, diz estudo de pesquisadores da Universidade de Canterbury, na Nova Zelândia. O fato de terem cérebros maiores que os cães de menor porte realmente os fazem ser mais inteligentes, segundo publicação no site da Discovery News.

O mais costumeiro a ser pensado é que cachorros maiores têm maior facilidade de entender ordens de humanos. Isso foi comprovado, porém não só pelo tamanho do cérebro, mas também por causa da capacidade de percepção de distância e localidade dos cães.

Foi com esse tipo de teste que os pesquisadores neozelandeses trabalharam. 104 cachorros participaram do teste. 61 grandes e 43 pequenos. O teste consistia em dois pratos de comida colocados em frente ao cachorro testado. Com seus donos os segurando, era feito um contato visual do cachorro com os pratos, depois com o dono, que apontava em movimento rápido para qual prato ele devia andar.

A percepção de movimento do dedo que apontava foi maior nos cães grandes, que fizeram mais escolhas corretas. Cachorros de porte médio ficaram na segunda colocação, com percepção razoável. Já os de porte pequeno não tiveram bom aproveitamento.

"Isto prova a evolução dos cachorros a partir da necessidade de trabalhos a serem realizados por cachorros grandes. Os pequenos não são utilizados normalmente em trabalhos, seja com força, seja com percepção", disse à Discovery Benjamin Hart, professor da Escola de Veterinária e Medicina da Universidade da Califórnia, Estados Unidos.

Terra


GATOS GIGANTES

Uma das raças consideradas a maior em relação ao tamanho e peso de gatos é a Maine Coon.
O registro do maior gato da espécie no mundo, com citação no Guiness Book, é de Verismo´s Leonetti Reserve Red , o Leo, que vive em Chicago e pesa 15.8 kg e mede 1,219 metros do focinho à ponta do rabo.
Maine Coon é uma raça de gatos de pelo longo americana do mesmo estado que leva este nome.
Diz uma lenda que uma gata comum cruzou com um guaxinim na floresta do Maine e resultou na primeira ninhada da espécie.



O CÃO MAIS ALTO DO MUNDO

George mede 2,20 metros, do nariz à cauda. Tem apenas quatro anos e pesa 111 quilos. É o maior cão do Mundo, segundo o livro de recordes do Guiness.

O cão, um Dogue Alemão, que vive no Arizona, nos EUA, consome cerca de 50 quilos de comida por mês e dorme numa cama, tamanho extra, num quarto da habitação da família de Dave Nasser, em Tucson.

A verificação foi feita por um funcionário do Guiness, que concluiu que George é o Cão Mais Alto Vivo e, também, o Cão Mais Alto da História. Com 109 centímetros das patas ao dorso, num corpo que chega aos 2,20 metros, do nariz à cauda, bateu o rival mais próximo, Tita, um Dogue Alemão de San Diego, também nos EUA, por cerca de dois centímetros.






GATO MAIS FEIO DO MUNDO PODE CUSTAR ATÉ R$ 8.100,00


Esse gato parece ter saído do elenco de Homens de Preto ou E.T, mas acredite, é uma raça cara e está a venda por cerca de R$ 8.100.

O gato Sphynx, nome da raça, é careca. Quer dizer, o bichano perfeito para quem sofre de asma. As pessoas podem tirar sarro e dizer que o bicho é feio, mas a dona de uma dessas "belezas" e secretária da Associação Sphynx - sim, há um clube dos donos desses gatos - disse que acertou na escolha do animal.

Eles têm um temperamento brilhante e são quase cães. Brincam e são muito fiéis.

O Sphynx foi reconhecido como raça apenas em 2005 e exige certos cuidados com a pele. Durante o verão, por exemplo, os donos precisam passar protetor solar no bichano, uma vez que eles se queimam muito rápido.

CHINESES PINTAM CÃES PARA TRANSFORMÁ-LOS EM ANIMAIS SELVAGENS

Golden Retriever transformado em Tigre.

A distância pode parecer um tigre deitado com suas grandes patas e seu pêlo malhado. Mas quando ele se levanta, percebemos que tudo não passa de uma "brincadeira". A nova moda na China é pintar os cães para deixá-los com um aspecto mais "selvagem", parecendo com outros animais.

Nas fotos, o cão da raça retriever "tigre" estava no mesmo local onde brincavam outros três pequenos cãezinhos "panda". Os animais foram fotografados enquanto eram levados para a Província de Southwest na China, durante o fim de semana.

Os chineses estão sempre prontos a abraçar tendências "estranhas", e não é incomum para os proprietários do animal de estimação gastar fortunas nas idas ao pet shop.

Números recentes mostram que o dinheiro gasto em animais de estimação em todo o país aumentou cerca de 500% entre 1999 e 2008. Resta saber se os animais gostam dos novos "looks".

Terra

INSTINTO CAÇADOR

Caçar pode ser desagradável, especialmente se seu gato trouxer a caça para casa. Contudo, puni-lo não levará a nada. O instinto está profundamente enraizado e a habilidade é aprendida enquanto ainda são filhotinhos. Gatos caçam independentemente de estarem muito bem alimentados e podem até levar a caça para você porque querem ser parabenizados. Mesmo assim, existem coisas que você pode fazer para reduzir a caça. Atividades substitutas, como brincar, costumam funcionar, já que ele tem mais estímulo para ficar em casa à noite. Uma outra boa idéia é colocar um sino na sua coleira para avisar os pássaros e outras presas de que ele está na área.

INTERPRETANDO A LINGUAGEM CORPORAL DOS GATOS

Gatos usam todo o corpo para se comunicarem. Das orelhas à ponta do rabo, existem informações sendo transmitidas em qualquer movimento. Aprender a ler a linguagem corporal felina é um estudo fascinante para os donos. Existe uma enorme riqueza de informações no rabo do gato, por exemplo. Quando está para o alto, seu gato está se sentindo bem e pronto para interagir. Batendo ou com um movimento forte de balanço, pode indicar irritação - quanto mais rápido for o movimento, mais agitado estará o seu gatinho. Mas se ele estiver balançando lentamente, é sinal de que seu gato está curioso e interessado no que está acontecendo, ou que ainda não se decidiu se está feliz ou irritado. Quando as orelhas estão inclinadas para frente, elas também sugerem que seu gato está curioso e amigável. Quando ameaçados, os gatos podem fazer com que seus corpos pareçam maiores, arqueando as costas e arrepiando o pêlo. Isso não significa que estão prestes a atacar - geralmente é um blefe e simplesmente indica que estão tentando parecer ameaçadores. "Cuspir" e mostrar os dentes é outro aviso. Um gato que olhar diretamente nos seus olhos com os próprios olhos semi-abertos indica que o ama e confia em você. E quando ele virar a barriga para você coçar e acariciar, isso também indicará confiança total. Se, quando estiver prestes a ser acariciado, o gatinho levantar as costas para alcançar a sua mão, isso é também um sinal de afeto - seu toque passa uma sensação boa a ele. Existe outro lado da linguagem corporal - o lado humano. Seu gato também observa seus sinais e provavelmente está mais consciente deles do que você mesmo. E, apesar de existirem muitos sinais universais , haverá outros que serão exclusivos do seu gato. Cada animal encontra sua própria maneira de se comunicar.

A INTELIGÊNCIA DO GATO

Enquanto para seus amantes e apreciadores, os gatos são criaturas excepcionalmente inteligentes, para os céticos, ou simplesmente para a grande maioria das pessoas, os gatos são pouco inteligentes, especialmente porque, diferentemente dos cães, eles são independentes e mais difíceis de treinar. Mas será que a inteligência está de fato ligada à capacidade de ser treinado ou mesmo a quanto são apegados a nós, seres humanos? A resposta é não.

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Serem pouco sociáveis e difíceis de manipular (embora bastante manipuladores!) significa apenas que é difícil avaliar a sua inteligência, mas não que os gatos sejam desprovidos desta. Afinal, o que, se não a sua inteligência, explicaria o grande sucesso dos gatos domésticos como caçadores solitários!

De fato, embora existam gatos extremamente atentos e motivados, capazes de aprender a responder a comandos tais como “deita” e “rola”, capazes de exibir truques e até de competir em provas de esportes tradicionalmente caninos, estes indivíduos são a exceção e não a regra. Gatos se motivam relativamente pouco pelo carinho e elogios humanos, e quando a recompensa se torna difícil (exemplo: o recebimento do petisco é dificultado durante o adestramento), eles desistem e partem em busca de uma “presa” mais fácil. Assim, métodos tradicionalmente utilizados para treinar cães não são exatamente os mais apropriados para treinar gatos. Sendo assim, o insucesso neste tipo de treinamento não significa que não sejam capazes de aprender e nem tampouco que não sejam inteligentes.

Ao contrário, estudos científicos recentes têm comprovado nos gatos capacidades intelectuais bastante complexas, algumas delas só mesmo demonstradas por animais altamente inteligentes, tais como os primatas. A mais notável destas habilidades é o aprendizado por observação, ou seja, a capacidade que gatos têm de aprender a desempenhar determinada função a partir da observação de um outro gato em desempenho. O mais corriqueiro dos exemplos é o aprendizado da caça por filhotes de gatos, que se dá através de frequentes observações da própria mãe em plena atividade de caça. Embora isto pareça uma tarefa simples e até óbvia para muitos proprietários de gatos, vale dizer que o aprendizado por observação é algo tão complicado que, até o momento, não há evidências científicas convincentes de que cães sejam igualmente capazes de tal habilidade.

Outro aspecto que chama bastante à atenção é o bom desempenho que gatos têm em testes de inteligência envolvendo o desaparecimento e o reaparecimento de brinquedos e /ou comida. Por exemplo, num destes testes o gato primeiramente observa o experimentador colocando um petisco saboroso dentro de uma caneca. Posteriormente, o gato também observa o experimentador trazendo esta caneca para de trás de uma barreira, porém não o vê retirando o petisco de dentro da caneca. Em seguida, o experimentador traz a caneca de volta, para próximo do gato. Seguindo um raciocínio bastante lógico (porém ausente em diversas espécies animais!) os gatos testados, ao perceberem que a comida não estava mais dentro da caneca, partiam imediatamente para a busca atrás da barreira, obtendo êxito no teste. Para se ter uma ideia, crianças só são capazes de desenvolverem tal raciocínio por volta de 1 ano e meio de vida!

Por fim, porém não menos importante, podemos citar a incrível capacidade que gatos têm de medirem o tempo com precisão, por exemplo, quanto devem gastar caçando, brincando ou até dormindo. É por isso que podem nos funcionar muito bem como verdadeiros despertadores pela manhã! Numa recente pesquisa científica, os gatos conseguiram diferenciar se haviam permanecido na gaiola por 5 segundos ou por 8 segundos! Como isto? Se o experimentador os trancasse na gaiola por 5 segundos, ao ser liberto, acharia comida no lado esquerdo da gaiola. Se, por outro lado, o experimentador o tivesse deixado por 8 segundos na gaiola, ao sair desta, comida poderia ser encontrada do lado direito da gaiola. Assim, tomando como base uma incrível estimativa de quanto tempo haviam permanecido na gaiola (se 5 ou 8 segundos), os gatos então saiam e, na grande maioria das vezes, procuravam a comida no local certo!

Surpreendido com o que foi até aqui exposto sobre a inteligência felina? Ainda há muito mais por vir. Pesquisadores já estão investigando nos gatos domésticos formas ainda mais complexas de inteligência, tais como a noção de cálculo ou até mesmo a capacidade de elaborar atos de vingança! Portanto, há que se ter em mente que, mesmo sendo alunos mais complexos no adestramento, gatos são excelentes observadores e quem sabe até... exímios estrategistas!

Daniela Ramos
médica veterinária especializada em Comportamento Animal pela University of Lincoln (Inglaterra)

Web animal


quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

MAIS UM MEMBRO NA FAMÍLIA!

Você pretende trazer mais um cãozinho para casa? Então confira algumas dicas importantes na apresentação dos cães para que o novo membro seja sempre bem-vindo.

Apresente os cães em local neutro

A tendência é que os cães fiquem mais agressivos e queiram defender o território onde vivem. Por isso, o mais indicado é que os primeiros encontros sejam feitos em local neutro, como na rua, por exemplo. Os cães devem ser conduzidos por pessoas diferentes, mantendo sempre uma distância segura para que uma possível demonstração de hostilidade possa ser rapidamente inibida.

Aproxime-os aos poucos

Depois que os cães se demonstrarem calmos à distância, eles podem ser aproximados aos poucos. A partir do local onde estão, inicia-se uma caminhada lado a lado para evitar que os cães se encarem. Andando sempre lado a lado, os condutores reduzem aos poucos a distância. Caso haja alguma demonstração de agressividade, o treino deve ser interrompido e iniciado novamente na fase anterior. O treino só evolui quando os cães se mostrarem totalmente pacíficos durante o passeio.

É muito importante também recompensar todas as atitudes corretas dos cães, durante todas as fases da apresentação. Ao receber petiscos e carinho ao se comportar bem, o cão entende que essa é uma boa atitude e tende a repetir o comportamento desejado, além de entender que o condutor é que está no comando, passando confiança ao cão.

Dividindo o mesmo território

Os cães já estão se aceitando bem, então chegou a hora de colocá-los no ambiente onde viverão daqui para frente. Porém, antes disso prepare o local retirando comida e qualquer objeto que possa gerar disputa, como ossos e brinquedos. È aconselhável também fazer um longo passeio, até deixar os peludos cansados.

Mas atenção, os cães só ficam juntos após a apresentação ter sido concluída: enquanto não terminarem os exercícios de aproximação, os cães não devem ser postos juntos ou de maneira que possam se ver. Provocações podem anular o treinamento feito até então e tornar os cães ainda mais agressivos. Uma única briga entre os cães pode torná-los inimigos para sempre.
Essas dicas valem inclusive quando o novo membro for um filhote. E se você já tiver mais de um cão em casa, o mesmo procedimento deve ser feito individualmente com todos os cães.
Se você não se sentir confiante suficientemente para fazer todas as etapas do treinamento, procure o auxílio de um adestrador para que todo processo seja conduzido de forma segura para você e seus animais.

Texto: Tarsis Ramão (adestradora Equipe Cão Cidadão) Revisão e Edição Final: Alex Candido

CUIDADOS AO DIVIDIR A CAMA COM SEU PET

Segundo pesquisa, mais da metade dos cães de estimação dormem dentro de casa no Brasil
O dilema de dividir ou não a cama com o bichinho de estimação atormenta muitos donos de pet. Apesar de serem, em sua maioria, fofinhos ao extremo, é preciso cautela antes de permitir que o animal durma na mesma cama que o dono.
A veterinária Vivian Barbosa da Silva Santos garante que não há problemas em dividir lençóis, travesseiros e colchão com o bichinho. Para isso, o primeiro passo é ficar de olho na saúde do pet. A vacinação deve estar em dia. Os banhos devem ser semanais, e os vermífugos precisam ser aplicados no prazo correto.
Outro comportamento fundamental antes de dividir a cama é lavar e secar as patas da mascote depois do passeio na rua.
De preferência com um secador de cabelo, o que evita que as patas fiquem úmidas
A própria veterinária não abre mão de dormir ao lado do golden retriever Zeus. Outra dica da médica para evitar transtornos e doenças diz respeito à roupa de cama. Se o cão soltar muito pelo, assim como o dela, é aconselhável trocá-la diariamente.
Sem dúvida, é uma tarefa a mais, mas é o preço que se paga para quem não abre mão de dormir ao lado do pet.
Para quem acha estranho dormir na mesma cama que o animal de estimação, acredite: esse comportamento está mais comum do que se imagina. Dados da pesquisa Radar Pet, realizada este ano pela Comac (Comissão de Animais de Companhia), do Sindan (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal), mostrou que no Brasil 55% dos cachorros de estimação dormem dentro de casa.
São 23% que passam a noite no quarto dos donos e 12% que têm um dormitório só para eles. Outros 11% dormem na sala e 9%, na lavanderia ou no banheiro.
Segundo o veterinário André Santa Rosa, com a maior proximidade entre donos e cães, é natural que aumente o número de cachorros dormindo no quarto. O treinador e especialista em comportamento animal Max Macedo destaca que esse comportamento acaba refletindo na humanização do animal.
Se o cão é criado e tratado adequadamente, não será o fato de permitirmos eventualmente que ele suba em nossa cama que trará condenação a essa conduta. O problema é que, atualmente, as pessoas confundem tratar bem um animal com tratá-lo como uma criança, e muito pior, com permissividade. Um cão é um cão e pronto, não porque sou insensível, mas por que é assim que tem de ser. O animal deve e precisa ser tratado como tal. Isso evitará aos proprietários boa parte dos transtornos comportamentais que tenho visto por aí.
O resultado negativo dessa humanização, segundo Macedo, pode ser facilmente identificado pelo dono. O animal passa a ficar agressivo sem motivos reais, apresenta dificuldade de contenção e manejo, quando é levado ao veterinário, destrói tudo dentro de casa e resolve morder os proprietários quando é contrariado. Alguns fazem até greve de fome, quando algo muda em sua rotina.
Tudo isso é consequência da tentativa de humanizá-los.
A pediatra Jussara Fontes pontua que permitir ou não que o bichinho de estimação durma na cama com o dono deve ser individual.
Aquele animal que vive na rua evidentemente irá trazer bactérias, micróbios e tantos outros agentes patogênicos que podem acarretar males à saúde do dono, como uma alergia, por exemplo. Daí a necessidade dos cuidados antes de permitir que o pet divida a cama com seu proprietário. Entretanto, é igualmente fundamental avaliar os benefícios que podem estabilizar os comportamentos afetivos do dono. O que aquele animal significa para a vida dele? O que estamos discutindo pode não ser simplesmente o ato de dividir a cama com o animal. Esse comportamento pode ir além disso. É preciso bom-senso antes de tomar qualquer decisão.
De acordo com Jussara, estudos realizados por especialistas em defesa de sistema imunológico revelam que as pessoas que convivem com animais têm menos propensão a desenvolver alergia ou doenças que afetem o sistema respiratório.

Donos também ficam dependentes:

Não são apenas as doenças e os problemas respiratórios que tiram o sono dos donos dos animais de estimação que se propõem a dividir a cama com eles. As vantagens e asdesvantagens também passam por quesitos emocionais.
A psicóloga Wanda Mendes explica que a principal vantagem do ponto de vista humano é a sensação de aconchego e prazer que a companhia do animal proporciona. Entretanto, ter o bichinho na cama pode soar muitas vezes como um retorno recompensador à correria do dia a dia, que, geralmente, impõe a falta de tempo para atividades de lazer e laços afetivos.
Por isso, esses animais são tantas vezes tratados como crianças. É a fuga do dono que se encontra impedido de construir uma família.
Mas não são apenas os animais que estão condicionados à situação de dependência. Ao adotar esse hábito, muitos proprietários deixam de sair ou voltam mais cedo para casa, porque imaginam que o bicho não está bem. Outros até desistem de viajar, caso não consigam incluir o bicho na bagagem, e os animais ficam mais ansiosos à medida que envelhecem.


O casal de aposentados Adelmo e Maria Eunice Baracho conhecem muito bem essa história. Há nove anos, convive com o poodle Roque, que sempre dorme na cama dos dois.
Meu filho saiu para comprar um peixe e voltou com ele. O Roque chegou tão pequenininho e chorava tanto que, no início, permitimos que ele dormisse na cama para acalmá-lo. Depois ele tomou conta da situação.
Para se prevenir, o casal leva o cão para tomar banho às sextas-feiras e exibe o cartão de vacinas com tudo em dia.
Todos os meus filhos cresceram e foram construir suas vidas mundo afora. O Roque passou a ser nossa companhia para todas as horas. Não viajamos há muito tempo, porque ele não se adapta, e não temos coragem de deixá-lo pra trás. Mas tê-lo ao nosso lado é tão gratificante que vale todo e qualquer sacrifício.

SAIBA COMO SEU CÃO PODE DOAR SANGUE

Sabia que os cachorros têm mais tipos sanguíneos do que os seres humanos? Em vez de quatro, há 13 diferentes. Já como os homens, seus melhores amigos do mundo animal precisam, muitas vezes, passar por transfusões. E mais uma semelhança acontece nos dois casos: a falta de doadores.

Diariamente, centenas de cães necessitam de transfusões de sangue, por conta de um acidente ou de doenças diversas. Mas falta material. Por isso, a ação de voluntários e a cooperação de proprietários de animais aptos para doar é fundamental.

Nem todo cão está apto a doar sangue. Antes de mais nada, é preciso ter entre um e oito anos, pesar pelo menos 27 kg e estar com todas as vacinas em dia (além de vermifugado). Outra característica importante diz respeito ao temperamento do animal. Se for bravo ou agitado, provavelmente não responderá bem ao processo.

Depois da coleta, é necessário descobrir qual é o tipo sanguíneo do cão doador, para evitar complicações futuras. Temperatura do material coletado e rapidez na transfusão são fundamentais para a boa recuperação de quem receberá o sangue.
Assista ao vídeo:


R7

ENCONTREI UM FILHOTE NA RUA, E AGORA?

Se você não sabe como cuidar daquele filhote abandonado que acabou de encontrar na rua, segue abaixo algumas dicas de como cuidar desses recém nascidos.


O período mais crítico são as primeiras quatro semanas de vida do bicho: ele perde o cordão umbilical por volta do terceiro dia de vida, abre os olhos entre dez dias a duas semanas, ganha os primeiros dentinhos em 30 a 40 dias. E precisa de alimentação a cada duas horas na primeira semana de vida, caindo para três horas nas duas semanas seguintes e quatro na quarta semana.

O crescimento dos caninos não é linear como o dos humanos: os peludos ficam adultos em um ano, e na primeira infância seu peso chega a aumentar 10% ao dia! Daí eles precisarem se alimentar muito bem, e com frequência, nas primeiras semanas de vida.
Se o filhote for realmente pequetitico, a primeira coisa a fazer é o teste de sucção, colocando-lhe um dedo na boca para ele “mamar”. Caso ele não mame, poderá estar debilitado a ponto de necessitar alimentação intravenosa. Corra então ao veterinário – e aproveite para verificar se o bicho não tem alguma fratura ou problema de pele.

Providencie também itens como muitas toalhas grandes e pequenas, termômetros portáteis e de parede (para medir as temperaturas do bicho e do ambiente), fio dental, uma balança pequena, seringas sem agulha, muitos jornais velhos (para o bicho usar como banheiro) e muitos sacos para lixo. Fique de olho em sintomas como desidratação, diarreia, vômitos, choro contínuo e pouco aumento de peso; em caso de dúvida, procure o veterinário.


O
banho só pode ser dado a partir dos dois meses de idade, quando o sistema imunológico do canino contra afecções de pele já estiver desenvolvido. Antes disso, limpe o bichinho com uma toalha ou pano embebido em soro fisiológico; para o ânus e genitais, algodão com água morna; e, para limpar os olhos, solução de ácido bórico.

O ideal nas primeiras semanas de vida é alimentá-lo com leite materno. Se você tiver uma cadela adulta em casa, ela será uma excelente mãe adotiva para amamentar o peludinho – além de cuidar dele, mantendo-o limpo e aquecido.
Atenção: lembre-se de que cão também é gente, mas nem tanto: nem pense em tratar seu bebê como humano a ponto de dar-lhe mamadeira colocando-o de barriga para cima, pois cão nasceu para se alimentar de barriga para baixo, de modo que o alimento não lhe invada os pulmões causando pneumonia ou até morte por asfixia.

A passagem para a alimentação sólida irá coincidir com a primeira vermifugação; as vacinas esperam mais um pouco, aos 45 dias de vida.

O quartinho do nenê peludo deve ser bem ventilado, porém sem correntes de ar; para a hora de nanar, vai bem um cobertor térmico ou bolsa de água quente, com temperatura de aproximadamente 30 graus na primeira semana de vida e 24 graus até a quinta semana. Se você precisar usar estufa ou incubadora, não se esqueça de uma bacia de água para manter o ar suficientemente úmido.


Aí é só dar amor e carinho para o seu mais novo amigo. As fases seguintes desse cãozinho (seu carinho e companhia) compensarão o seu esforço por ele.


BICHO TAMBÉM TEM DOR DE DENTE

Recursos de primeiro mundo, disponíveis no Brasil, trazem saúde para animais e segurança e conforto para os tutores.

Doenças periodontais são mais freqüentes entre cães, gatos e ferrets adultos, explica a médica veterinária e cirurgiã dentista Michele Venturini, da Odontovet. “Cerca de 85% apresentam algum grau de problema periondontal, desde uma simples inflamação da gengiva (gengivite), que é reversível, até a destruição das estruturas que sustentam os dentes (periodontite), que é irreversível mas pode ser controlada”. Cães de raças pequenas, tais como poodle ou maltês, são os mais sujeitos a esses problemas.

No caso de chinchilas, porquinhos-da-índia e coelhos, as consultas ao dentista veterinário costumam ser motivadas pelo crescimento contínuo dos dentes, o que é natural desses animais, mas pode provocar lesões no interior da boca e levar à formação de abscessos dentários, explica a especialista. “Os dentes desses roedores crescem continuamente e se desgastam naturalmente. Porém, é comum acontecer o desgaste incorreto devido ao mau posicionamento dentário ou à alimentação inadequada.

Nessas situações, é preciso fazer o desgaste artificial periodicamente, caso contrário o animal deixará de se alimentar devido à dor”, alerta a especialista.

Prevenção e tratamento

A escovação diária dos dentes, usando creme dental e escova específicos para animais, é a melhor forma de prevenir a maior parte das afecções bucais em cães, gatos e ferrets (bichinhos de estimação parentes do furão). “Sem esse cuidado preventivo, formam-se camadas de placa bacteriana e tártaro calcificadas sobre os dentes. O animal pode sentir muita dor e vir a perder os dentes, ou ainda ter que extraí-los”, detalha a médica veterinária.
O ideal é começar a escovar os dentes do seu amiguinho o mais cedo possível.

As infecções bucais decorrentes da falta de higiene também podem se espalhar pelo organismo e causar infecções em diversos outros órgãos, como por exemplo, no coração (miocardite). No caso de animais que não permitem a escovação dos dentes, recomenda-se a limpeza periódica em clínicas veterinárias, sempre sob efeito de anestesia inalatória, que é a opção mais segura e eficiente em qualquer tipo de intervenção.

Vida Integral

COMO ENSINAR O SEU PET A FAZER AS NECESSIDADES NO LOCAL CERTO

Uma das principais dúvidas de quem acabou de adquirir um filhote, é como ensinar o local correto para que ele faça as necessidades. Por incrível que pareça, muita gente ainda adota o método de esfregar o focinho do cão no xixi, dar bronca ou conversar com o cachorro sobre onde ele deveria fazer... Só que isto não funciona! Ao contrário, já que o animal pode ficar com medo de fazer xixi na frente do dono ou, ainda por cima, fazer no local errado só para chamar atenção. Cães adoram a atenção do dono! Por isso, no começo, o dono deve valorizar o xixi correto, dando recompensas como petiscos e fazendo festa para quando o cão acerta, no exato momento em que o ato ocorre.

Parece fácil... Mas muita gente se pergunta: como vou saber quando ele vai fazer? Filhotes ainda não conseguem segurar o xixi por muito tempo. Por isso, o dono deve levá-lo ao banheirinho (jornal, tapete higiênico etc.) de hora em hora, principalmente logo depois que ele acordou depois de tirar um soneca ou logo após comer ou beber água. Coloque o cão em cima do local e espere por alguns minutos. Bem na hora que ele fizer, dê um petisco e faça uma festa, diga “muito bem!”. Se não fizer, fique com ele no colo por mais alguns minutos – no colo eles não fazem – até que fique um pouco mais apertado. Passado o tempo, leve-o ao banheiro novamente, recomeçando o processo. Cães que estão acostumados a usar caixa de transporte como sua casinha podem ficar dentro dela ao invés de estar no colo.

Geralmente, os cãezinhos não fazem as necessidades onde comem nem onde dormem. Por isso, a disposição das coisas é muito importante. Coloque o banheiro na periferia do cômodo. Deixe a caminha, água e comida perto da porta, onde as pessoas aparecem. É o local onde ele vai preferir dormir e ficar esperando as pessoas chegarem. De qualquer forma, é legal o dono colocar várias opções de banheiros pela casa nesta fase inicial, para dar maior chance de o cão acertar e ser recompensado.

E o que fazer quando ele errar? Não dê atenção, finja que nada aconteceu. Depois de um tempo, leve o seu cão calmamente para outro cômodo da casa e limpe a sujeira sem que ele veja. Como foi dito, o cachorro gosta de atenção, por isso é preciso ignorar quando ele errar, durante o processo de aprendizagem. Valorize o xixi no local correto ao invés de se estressar quando ele erra. Se der bronca, o animal vai aprender que não pode fazer as necessidades na frente das pessoas e passará a fazer escondido. Então, cuidado!!! Não prenda o cão no banheiro e não o deixe de castigo!
Atenção: broncas só podem ser dadas quando o cão já sabe onde é o local correto. Só é possível ter certeza disto quando o cachorro já acerta a maioria das vezes e vem correndo pegar o petisco e eventualmente errar. Se isto já estiver ocorrendo, o dono pode dar uma bronca – um desconforto com spray de água ou fazer um barulho chacoalhando uma lata com moedas – bem na hora, caso o cão esteja fazendo em local errado.

É importante lembrar que este treinamento também serve para cães adultos. A diferença é que eles já vêm com algumas preferências e ainda conseguem segurar o xixi por mais tempo do que os filhotes. O mais importante é ter bastante paciência durante todo o processo.

Texto: Tatiane Ichitani (Adestradora e consultora de comportamento da Cão Cidadão)
Revisão e edição: Alex Candido

Saúde Animal

CÃES TAMBÉM SOFREM DE RINITE

É na baixa umidade do ar que os problemas respiratórios caninos se agravam, como a rinite, que provoca espirros freqüentes, coriza, coceira na garganta e no nariz dos cães afetados.

Rinite é o nome dado à inflamação da membrana do nariz, causada por reações alérgicas. Normalmente surge na infância ou na juventude dos cães.

A secreção nasal é um sinal constante. Esta começa serosa e fina, passa a estágios mucosos e finalmente se torna mucopurulenta. Partículas de sangue podem estar presentes. A secreção pode ser acre, neste caso a escoriação da narina será vista., e quando as secreções mucopurulentas forem persistentes, elas impedirão a respiração por causa da obstrução das narinas.

O processo inflamatório da rinite normalmente se inicia por algum fator de irritação, mas a inflamação secundária logo se instala, o que muda o caráter da secreção. Os organismos estafilococos normalmente estão implicados nestes casos.

Cuidados a serem tomados
Deve-se tomar alguns cuidados com cães que tenham crises de rinites, como: não ter próximo deste cão, tapetes e cortinas. E os brinquedos destes cães alérgicos devem ser laváveis.

Na hora da limpeza, é proibido varrer a casa, deve-se preferir o uso de aspirador e do pano úmido.

Cão com rinite tem que beber bastante líquido e não ficar próximo de fumantes. Ele precisa privilegiar de ambientes arejados e deve tomar sol nos horários em que os raios estejam mais fracos.

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SAIBA SOBRE O VÍRUS CHV QUE PODE AFETAR OS CÃES

Herpes-vírus canino (CHV) é uma doença virótica que afeta muitos filhotes, causando esporádicos óbitos e, ocasionalmente, a morte de uma ninhada inteira. Cães adultos (machos e fêmeas) podem ser portadores assintomáticos.

Eles podem infectar filhotes de vários modos. O vírus pode atravessar a placenta e os infectar enquanto eles ainda estão dentro do útero, ou , eles podem ser expostos às secreções vaginais infectadas durante e após o nascimento. O vírus também é transmitido no ar através da inalação do vírus pelo cãozinho.

Uma vez que o filhote seja exposto ao vírus, geralmente decorrerá uma semana para os sintomas se manifestarem. Nem todos os filhotes expostos ao CHV durante o nascimento ficarão doentes e outros desenvolverão só uma leve congestão, recuperando-se em poucos dias. Já, os cãezinhos infectados, pararão de mamar e irão chorar, indo a óbito, frequentemente, em 24 horas.

Segundo a medicina veterinária, um diagnóstico final poderá ser feito através de autópsia, onde, em caso suspeito de CHV, serão encontradas lesões hemorrágicas no interior dos rins e fígado, e os pulmões normalmente estarão congestionados. Não existe tratamento e nem vacina para o CHV.

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A IMPORTÂNCIA DA SAÚDE BUCAL DE CÃES E GATOS


Os cuidados na manutenção da saúde bucal são importantes para os animais. Isso porque complicações com a mastigação, a falta de dentes saudáveis e dos tecidos que os envolvem podem comprometer o bem-estar de cães e gatos.

De acordo com a Associação Brasileira de Odontologia Veterinária (ABOV), 85% dos pets adultos apresentam algum problema dentário. E para tentar reverter o quadro, a odontologia em animais de estimação tem se modernizado cada vez mais, utilizando equipamentos e técnicas semelhantes aos de seres humanos.

A recuperação da estrutura dentária por meio de implantes, por exemplo, é uma das novidades da área, principalmente, nos casos de fraturas e perdas da coroa. Nesse sentido, a prótese metálica, metalocerâmica e resinas são as mais utilizadas.

No Brasil, as cirurgias de colocação de próteses dentárias ainda não são muito comuns. O médico veterinário Hebert Lima Corrêa, do Centro Odontológico Veterinário, explica que as pessoas ainda não estão informadas sobre essa possibilidade e também há poucos profissionais credenciados. “Poucos especialistas conhecem e dominam a técnica para indicação e colocação de implantes”.

Prevenindo problemas bucais

Para o dr. Hebert, os problemas bucais são uma questão cultural, e que muitos colegas de profissão não orientam os tutores sobre a saúde odontológica de seus animais. “É muito comum ouvirmos de alguns veterinários a frase: ‘deixa juntar mais tártaro para depois fazermos a limpeza’”.

Já para o veterinário Marco Antônio Gioso, professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ-USP), é preciso que os próprios tutores estejam mais atentos à saúde bucal de seus animais. “As pessoas não olham a boca de seus animais, e quando percebem algo, a doença já está muito avançada”.

Os especialistas também concordam que é preciso conscientizar a população quanto à saúde bucal e citam como exemplo as ações da Associação Brasileira de Odontologia Veterinária, da qual o dr. Marco é vice-presidente. No mês de setembro, a entidade promoverá a 4ª Campanha Nacional de Saúde Oral para Cães e Gatos, para conscientizar médicos veterinários e seus clientes da importância dos cuidados com a saúde bucal.

Aplicações de implantes dentários

Segundo o dr. Hebert, os implantes podem ser indicados tanto na ausência de dentes, ou quando um dente não se forma, bem como para repor a perda natural de dentes. Ainda segundo o especialista existem vários modelos de implantes no mercado, que variam em seu formato, comprimento, tipo de rosca e tipo de material. Só vale ressaltar que os “implantes são desenvolvidos para humanos, consequentemente, existem limitações e desafios para utilizá-los nos animais”.

E dentre os problemas bucais que mais acometem os pets, e que podem ocasionar a necessidade de implantes dentários, está a doença periodontal, mais conhecida como tártaro, como explica o dr. Roberto Fecchio, especialista em odontologia do Hospital Veterinário Sena Madureira. “A doença é caracterizada pelo acúmulo de placa bacteriana e cálculo dentário, podendo causar a perda das estruturas de proteção e sustentação dentária”. Ele comenta ainda que em casos mais graves, o problema pode comprometer outros órgãos, tais como coração, rins, fígado e articulações, devido às bactérias provenientes da boca.

Tipos de implantes
O dr. Marco explica que o implante é um parafuso que se encaixa no osso, sobre ele ou no pino onde se coloca a prótese. Vale lembrar que, felizmente, o dente “falso” é igual a um natural, tanto na forma quanto na coloração. O veterinário afirma ainda que os mais comuns são as próteses de titânio, que se integram naturalmente ao osso de uma maneira muito firme.

Já a recuperação da cirurgia é bastante tranquila. “Em geral, eles comem no mesmo dia”, diz o dr. Hebert. No entanto, dar ossos ou alimentos duros para o animal logo após o procedimento não são aconselhados.

ANDA- Agência de notícias de direitos animais

FUMAR PERTO DO CACHORRO PODE PREJUDICÁ-LO


Os cachorros que vivem com fumantes têm muito mais chances de contrair câncer pulmonar, e este risco é ainda maior para os cães com focinho chato ou médio, pois as substâncias cancerígenas tendem a ficar grudadas nos seus condutos nasais.

O câncer pulmonar em cães é uma doença altamente fatal. A quantidade de cigarros fumados diariamente é proporcional ao risco do cão manifestar a doença. Isso quer dizer que, se uma pessoa fuma de 1 a 9 cigarros por dia próximo do cão, ele tem 5 vezes mais chance de ter câncer.

O fumo é responsável por 90% das doenças crônicas nos cachorros. O risco é maior se o cão conviver com fumantes por cinco ou mais anos ou se há mais de um fumante no lugar.

Como se não bastasse, em cachorros gestantes, a ingestão das toxinas do cigarro poderá ocasionar partos prematuros e nascimento de cães com peso muito abaixo do normal.

ANDA- Agência de notícias de direitos animais

COMO CUIDAR DO SEU PET EM VIAGENS

Se você vai viajar e quer levar seu cãozinho junto, conheça alguns cuidados a considerar.

De avião

As viagens de avião são as que exigem mais planejamento. A primeira coisa é se informar com a companhia aérea sobre os procedimentos internos a serem adotados. Algumas permitem que animais pequenos, que não ultrapassem um determinado peso, viagem com o dono, debaixo da poltrona. Em outros casos, é cobrada uma taxa correspondente ao peso do animal e ele vai alojado num compartimento especial na aeronave. Como a maioria das companhias permitem número limitado de animais nos voos, informe a empresa com antecedência que pretende levar um animal com você.

Via de regra, gatos e cachorros devem viajar num contêiner próprio para o transporte de animais. Não existem regras quanto ao tamanho, mas, de acordo com João Paulo Alarcão, o ideal é que o animal consiga ficar em pé e dar uma volta completa em torno de si mesmo. “Não pode ser tão pequena que ele não consiga se mexer nem muito grande que ele possa ficar muito agitado”, explica o veterinário.

Com relação aos sedativos, que algumas companhias aéreas até recomendam, melhor deixar para lá. “Pode ser perigoso sem um veterinário por perto acompanhando a reação do animal ao medicamento. Se ele passar mal dentro do avião a empresa não se responsabiliza. Numa viagem curta, ele vai tranquilo sem sedação”, salienta o veterinário Fábio Langsch. Cuidar da alimentação também é importante. “Para uma viagem de até quatro horas de duração eu recomendo um jejum de três ou quatro horas antes. Isso evita que o animal fique nauseado.”

Para as viagens dentro do Brasil, é preciso apresentar no check-in um atestado da saúde do animal, emitido por um médico veterinário até 10 dias antes da viagem, e a carteirinha de vacinação comprovando que ele foi imunizado contra a raiva. Já para as viagens internacionais, o tutor precisa do Certificado Zoossanitário Internacional. O documento pode ser obtido no próprio aeroporto junto ao Serviço de Vigilância Agropecuária (SVA) até 10 dias antes da viagem para gatos, e cinco para cães. Além disso, cada país tem exigências específicas para receber animais. No caso do Japão e de países da União Europeia, por exemplo, é obrigatória a instalação de um microchip no animal contendo dados pessoais e da saúde do animal. No site do Ministério da Agricultura, é possível se informar sobre as especificidades de cada região.

De ônibus

As regras para o transporte de animais em ônibus intermunicipais e interestaduais ficam a critério de cada empresa. Algumas só permitem que o animal viaje no bagageiro, mas autorizam a abertura do compartimento nas paradas para verificar o estado do bichinho. Outras autorizam que os animais pequenos viajem debaixo da poltrona desde que todos os passageiros concordem com a presença do animal, com a exceção dos cães-guias, que não enfrentam nenhum tipo de restrição. Também é necessário atestado de saúde e comprovação de imunização contra raiva.

De carro

Leve todos os documentos exigidos para as outras viagens, pois em caso de blitz o animal pode ficar retido até que se comprove a saúde e a vacinação contra raiva. Para garantir o bem-estar dele no caminho, mantenha a rotina de refeições, água e passeios nos mesmos horários. “Se ele come duas vezes ao dia, dê a ração nos horários de costume. E no caso de a viagem ser um pouco mais longa, é bom fazer paradas para que o animal faça as necessidades fisiológicas”, alerta Fábio Langsch.

Se o seu bichinho tem histórico de náuseas em viagens de carro, converse com o veterinário sobre a necessidade do uso de alguma medicação. “Se for a primeira viagem, o ideal é não dar nenhum tipo de remédio e observar o comportamento”, ensina o veterinário.

Mas se você vai viajar, e por algum motivo não pode levar seu companheiro peludo junto, existem possibilidades confortáveis e seguras para que ele fique bem.

No hotel

Existem na cidade diversas opções de hotéis especializados em cuidar de cães e gatos. As diárias podem variar de R$ 10 a R$ 40, a depender do tamanho do animal e da alimentação, que pode ser levada pelo tutor ou fornecida pelo estabelecimento. Na hora de escolher a acomodação do bicho, os veterinários recomendam alguns cuidados. É importante olhar as condições de higiene do lugar, o tamanho do compartimento em que eles ficam alojados, quantos passeios por dia e se há um local ao ar livre em que os animais possam ficar quando não estão presos. Oriente os cuidadores sobre os horários das refeições e a quantidade de comida a que o animal está acostumado.

Além disso, o ideal é que você leve a ração dele e alguns pertences que vão amenizar a saudade de casa, como a cama, o cobertor ou os brinquedos preferidos. É isso o que vai na mala de Fred, um simpático cocker de 14 anos, quando a “mãe”, a administradora Ângela Hreisemnou, precisa viajar e deixá-lo num hotel. Como isso ocorre com frequência – às vezes, até três vezes por mês – Fred já está mais do que habituado. “A gente aprendeu a entender o que ele diz. Quando um hotelzinho é ruim, ele mesmo denuncia na volta para casa. Chora, fica cabisbaixo, carente”, diz a mãe-coruja.

Como Fred já passou por experiências traumatizantes com estabelecimentos ruins, Ângela aprendeu a se cercar de cuidados. “Já descobri que ele ficou trancado três dias numa gaiola no subsolo e uma vez ele precisou fazer tratamento para as cordas vocais de tanto chorar”, conta.

Por sorte, Fred encontrou sua hospedagem ideal, num hotel com área aberta e direito à programação com brincadeiras durante o dia. Quase uma colônia de férias.

Geralmente, os hotéis exigem que o bicho esteja com as vacinas em dia e prevenido contra carrapatos, já que vai estar em constante contato com outros animais. Por isso, antes de hospedá-lo, leve-o ao veterinário e explique a situação. A atenção deve ser redobrada no momento de buscá-lo. “É bom olhar se o animal está machucado, se tem pulga ou carrapato e se está abatido, com sinais de alguma doença”, orienta o médico veterinário João Paulo Alarcão. “Todo estabelecimento assim deve ter um veterinário responsável, ele tem obrigação de cuidar bem do animal”, completa.

Em casa

Deixar o animal em casa, além de sair mais barato, por ser uma solução mais confortável, explica Alarcão. “Em casa, ele estranha menos o ambiente, fica mais calmo, é melhor até do que deixar num hotelzinho”, diz. No entanto, confie os cuidados a pessoas de confiança, de preferência com as quais o animal também já seja familiarizado. Isso porque os horários de alimentação e mesmo de passeio devem ser mantidos. Além disso, o fato de os tutores serem substituídos por um rosto familiar ameniza o risco de depressão, maior em gatos.

O veterinário Fábio Lagsch alerta que essa confiança é importante principalmente para os felinos, que são mais sensíveis. “Alguns só comem o que recebem de pessoas nas quais eles confiam. Dependendo de quantos dias ele fica sem comer, começa a digerir os próprios órgãos e morre. E isso pode acontecer em hotéis também”, alerta.

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CÃES TAMBÉM TÊM ACNE

Segundo especialistas, cachorro pode ter acne como os seres humanos. A doença aparece principalmente em cães de pelagem curta, podendo ser confundida com outros problemas de pele.

O período da “puberdade” do cachorro (entre 3 a 12 meses de idade), deocorrente das alterações hormonais, é a fase em que mais aparece a acne. No entanto, os cães adultos também podem apresentar a doença.

A acne aparece como nódulos inflamados ou bolinhas amareladas, cheias de pus e, ao serem apertadas, expelem pus e sangram.

Quando a acne se manifesta de uma forma mais grave, o queixo e os lábios do cachorro ficam inchados e bastante doloridos. Já na forma simples e com poucas lesões, este distúrbio hormonal desaparece naturalmente.

O Tratamento consiste na limpeza diária do local afetado com antissépticos próprios para cães, porém qualquer medicação deverá ser receitada por um médico veterinário.

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ESTRESSE EM CÃES

Este problema psicológico em cão é mais comum do que os tutores imaginam. Não são apenas os humanos que sentem estresse. O cachorro, quando tem uma relação de dependência muito intensa com o seu tutor, também está propício a desenvolver problemas psicológicos, que ocorrem por vários fatores na vida dele.

Podemos citar alguns exemplos que levam o cão a desenvolver estresse:

  • Quando as pessoas próximas dele ficam ausentes por dias.
  • Não receber carinho o suficiente do tutor.
  • Falta ou excesso de exercícios.
  • Sua vida se transformar em rotina.
  • Ambiente agitado.
  • Participação em exposições e competições.

As principais atitudes que o cão poderá apresentar quando estiver estressado são: lamber as próprias patas, cavar, uivar, latir excessivamente, chorar e, muitas vezes, urinar e defecar em locais inapropriados, onde ele não estava acostumado a fazer.

Segundo especialistas, para combater o problema, o tutor precisa primeiro identificar a origem e, posteriormente, mudar a rotina do amigo de quatro patas. Procurar um profissional em comportamento canino também é aconselhável.

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CÃES TEM MEDO DE FOGOS. O QUE FAZER?

Medicamentos mais fracos podem acalmar os ânimos dos que têm medo de rojões

Hoje tem jogo do Brasil e a cada gol feito pela Seleção Brasileira é mais do que comum os torcedores extravasarem a alegria com rojões e outros tipos de explosivos. Eis que surge um problema e tanto para muitos donos de cachorros: como aplacar o desespero dos cães que se assustam com o barulho provocado pelos fogos de artifício? Especialistas destacam que o medo excessivo de ruídos é um dos problemas mais difíceis no comportamento canino, especialmente em casos graves.

Segundo o veterinário Rodrigo Fonseca Ribeiro, os donos podem buscar em calmantes naturais e medicamentos mais fracos a alternativa ideal para situações em que os cães se sentem assustados por conta dos rojões. "O ideal é não abusar desse tipo de antídoto, mas caso seja necessário os cães podem tomar calmantes como Maracujina", explica o especialista. A medicação tem que ser dada antes do cachorro começar a ficar apavorado para evitar crises leves de pânico.

No caso desse tipo de remédio não resolver o medo, os donos devem procurar a ajuda de um veterinário. Só depois de uma consulta específica com o médico do cachorro é que medicamentos mais fortes poderão ser receitados. "Se o veterinário julgar necessário, o animal poderá tomar outros medicamentos mais fortes em gotas", observa Ribeiro. A medida será eficaz para conter casos mais graves de pânico. "Há cães que chegam a se atirar contra a parede".

É importante que os donos se atenham ao problema do medo de fogos de artifício, principalmente quando o cachorro tem problemas cardíacos ou idade já avançada. Nesses dois casos, o medo exagerado pode resultar em estresse de consequências fatais. Outro aspecto que deve sempre ser observado é a possibilidade do cão fugir de casa em disparada em momentos de grande manifestação de medo. Por isso, não se deve abrir portões ou portas que deem para rua sem a garantia de que o animal não vai fugir.

COMPENSAÇÃO. Um erro comum feito por proprietários de animais de estimação é o carinho dado quando os cachorros manifestam temor por conta do barulho. O efeito desse carinho, entendido como compensação pelos especialistas, é prejudicial aos cães. Sempre que a pessoa faz carinho no cão, ele entende que aquele comportamento é o ideal, pois será retribuido com afagos. "A pessoa acaba estimulando o medo do seu próprio animal", observa Ribeiro. O cão acaba entendendo que realmente há perigo e o medo tende a aumentar.

Ribeiro informa que técnicas de adestramento são eficazes na resolução desse tipo de medo. "Os adestradores têm técnicas que podem anular o receio dos animais". Algumas medidas feitas em casa já podem ajudar. O dono pode tentar distrair o cão com brincadeiras que ele goste e sempre que ele brincar e esquecer do medo pode ser dado um petisco. Com o tempo, a tendência é o cão associar os barulhos com um momento de brincadeira.

DICAS:

*Se o cachorro se esconder embaixo da cama ou de algum outro móvel, deixe-o lá;

*Não faça carinho ou pegue no colo o cão após ele tremer de medo. Isso fará com que ele continue a ter medo dos barulhos;

*Tente distrair o cão com brincadeiras que ele goste e sempre que ele brincar e esquecer do medo pode ser dado um petisco;

*Medicamentos mais fortes só podem ser dados com prescrição médica.

Gazeta de Piracicaba

CÃES IDOSOS PRECISAM DE CUIDADOS NO FRIO

Para manter um cão idoso saudável, a atenção dos tutores precisa ser redobrada, isto porque os cães nessa fase da vida necessitam de cuidados especiais, principalmente em estações mais frias. Entre 8 e 9 anos, estes animais começam a envelhecer, é neste período que os cuidados extras devem ser iniciados.

De acordo com o doutor em medicina veterinária e gerente de produto da Merial Saúde Animal, Leonardo Brandão, os cães idosos são mais vulneráveis a doenças e têm maior dificuldade para superar as infecções. “Nesta fase o animal deve ser levado regularmente a um veterinário, pois assim o especialista terá condições de avaliar seu estado de saúde, além de verificar anormalidades e ainda alertar o proprietário sobre a manutenção da carteira de vacinação”, comenta. Outro ponto importante, pouco conhecido pelos tutores de animais de companhia, é que os cães idosos podem desenvolver alterações articulares, como a artrose. “Nos dias frios, os cães afetados podem apresentar maior sensibilidade, levando a uma dificuldade na locomoção. A artrose é uma doença crônica e degenerativa das articulações, inclusive as da coluna vertebral, que ocorre por consequência do processo de envelhecimento do animal e de possíveis traumatismos na cartilagem articular, fazendo com que o animal sinta dor. Por meio de exames adequados é possível verificar as áreas lesionadas e a extensão deste desgaste”, observa Leonardo Brandão.

“O tratamento da artrose é complicado. Primeiramente, deve-se evitar o excesso de peso do animal e iniciar um tratamento anti-inflamatório e analgésico adequado. É importante também manter uma atividade física tranquila, além de oferecer maior conforto ao cão, protegendo-o do frio nesta época do ano”, acrescenta Marcel Pereira, médico veterinário e assistente técnico da Merial Saúde Animal.

ANDA- Agenda de Notícias de direitos animais

OBESIDADE CANINA

Poucas pessoas iriam discordar que deveria oferecer à sua criança uma recompensa sempre que ela queira estar perto de si ou que queira falar consigo. E é isto que muitas vezes acontece com os nossos pequenos animais. A educação saudável dos animais de companhia implica escolhas diárias sensatas de alimentos, sendo que os cães com um peso corporal ideal são mais saudáveis, têm menos dores e vivem mais tempo. Um cão com um peso corporal ideal deverá ter quadris facilmente perceptíveis quando vistos de cima e uma barriga elegante quando vistos de lado. Além disso, deverá conseguir sentir-lhe as costelas com facilidade. Se o seu cão apresentar excesso de peso em alguma destas áreas, independentemente da sua alimentação atual lhe poder parecer muito reduzida, a verdade é que poderá ser demais. Suponhamos que o peso corporal ideal do seu cão é 20 kg, mas ele pesa 30 kg. Se fizer uma alimentação indicada para um cão ativo de 30 kg, irá promover a obesidade pois estará a alimentar, desnecessariamente, pelo menos 10 kg de gordura. Ao definir um plano alimentar ideal, deverá colocar a seguinte pergunta: "a condição física do meu cão é a ideal?" Se a resposta for sim, então o plano alimentar é o ideal. Se o cão tiver dimensões generosas, então a alimentação estará provavelmente a ser também generosa, e deverá ser restringida.

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Estratégias para uma redução do peso com êxito:

Conhecer os alimentos. Analisar o nível de gordura dos alimentos.

Nomear uma pessoa na família como responsável. Sugiro muitas vezes que uma pessoa da família prepare todos os dias uma lancheira para o cão, constituída por um alimento para cão completo e equilibrado formulado para a gestão da perda de peso. Poderá disponibilizar ao seu cão as refeições que ele desejar por dia, desde que saiam da mesma lancheira. O remanescente no final do dia passa a ser o jantar do seu cão. Isto significa que apenas é necessária uma pessoa para aplicar as restrições uma vez por dia.

Perceber como é que o seu cão come entre as refeições. Ter em atenção as fontes de alimentação extra ("ataque" aos contentores do lixo, vizinhos, crianças, familiares, entre outros).

Recompensar o seu cão com opções mais saudáveis.
Quando o seu cão se aproxima de si na cozinha, é difícil resistir ao seu abanar da cauda quando lhe oferece uma guloseima. Contudo, se quer realmente vê-lo feliz, verá que brincar com ele ao "Ir buscar" será mais agradável, melhor para ele, proporcionando-lhe uma recompensa mais duradoura.

Falar com o seu Médico Veterinário.
Não é fácil avaliar o seu cão de forma crítica uma vez que o vê diariamente e não se apercebe das pequenas alterações no peso. Peça ao seu Médico Veterinário ou a um enfermeiro Veterinário com experiência para realizar uma análise da condição corporal do seu cão nos exames de saúde semestrais.

Intervir.
Depois de tomar a decisão relativa à perda de peso, esta é uma boa altura para lhe aconselharmos dietas saudáveis e equilibradas.

CADELAS E GATAS NO CIO

Cólicas, indisposição, cara feia, manha. Elas estão de TDC, a tensão durante o cio que afeta cadelas e gatas. Uma espécie de “TPM animal”. Em média, a cada quatro meses, as fêmeas passam pelo que a maioria das mulheres em idade fértil aturam todo o mês: dores e sangramentos.

Segundo a veterinária Mariana Pereira, nessa época, os tutores devem ficar mais atentos com as fêmeas, já que pode haver perda de peso. “Elas ficam mais introspectivas, tristes. Geralmente, é porque estão incomodadas com as cólicas. E é preciso observar se estão comendo direito”. O que estava ruim pode então piorar após o cio.
De acordo com o veterinário Sérgio Braga, da Vetypiranga Hospital e Pet Shop, cerca de um mês depois do período fértil, as cadelas, com mais frequência que as gatas, podem sofrer de gravidez psicológica, e ficar irritadas e agressivas.

No caso de gravidez psicológica, o animal deve ser levado a um veterinário e terá que tomar medicamentos, já que a produção de leite pode acarretar em tumor na região das mamas.
Já no caso de dores, a veterinária Mariana aconselha administrar analgésicos, como dipirona.